Prostituição total
Dias atrás eu conversei com algumas colegas da faculdade sobre a situação no mercado de trabalho. Imaginem vocês que estamos no penúltimo ano do curso de jornalismo e elas procuram trabalho em qualquer área.
- Estou aceitando qualquer negócio, exceto vender o meu corpo, é claro. O que eu quero e preciso é ganhar dinheiro, afirmou uma delas.
Suas palavras perturbaram minha mente, comecei a analisar a situação e cheguei a algumas conclusões.
Vivemos na era digital, nunca foi tão fácil e rápido o acesso à informação, as empresas se rendem cada vez mais ao mundo on-line, pois percebem que esse território sem dono é um bom negócio. As ruas estão carregadas de propagandas mostram rostos e corpos bonitos. Os jornais e revistas expõem nossos problemas políticos, sociais e econômicos todos os dias. A televisão nos manipula com suas imagens carregadas de sensacionalismo e persuasão.
Não há o que negar, o ser humano evoluí a cada século, devido as novas tecnologias que ele mesmo cria, conseqüência de seu bem maior: a inteligência.
Entretanto, toda essa evolução, que se aclama como o mundo pós-moderno, gerou mão-de-obra qualificada, mas, esses mesmos profissionais se prostituem em um mercado injusto e explorador.
O mercado exige cada vez mais de todos nós, faculdade, mestrado, cursos práticos, domínio na informática, somos obrigados a falar além do nosso complicadíssimo português, duas, três línguas, e cada vez mais exigências.
Todos os dias vemos propaganda de cursos de tudo quanto é assunto, enquanto isso, a economia gira trazendo bons resultados para poucos e a grande maioria da população fica perdida, em meio a tanta informação, sem saber para onde ir e o que fazer.
É claro que isso é um problema que não será resolvido tão cedo, até porque, o próprio governo não faz questão de solucionar, é só analisar o ensino público e logo teremos a resposta para o problema. O interesse dos políticos é ter um povo cada vez mais alienado e confuso, para assim, manipular a situação a favor de suas “boas” intenções.
A solução cabível para esse excesso de informação, que mais confunde do que ensina, é ter foco, traçar um objetivo e segui-lo até o fim. Somente assim, nosso trabalho físico e intelectual será reconhecido, porém, jamais recompensado.
- Estou aceitando qualquer negócio, exceto vender o meu corpo, é claro. O que eu quero e preciso é ganhar dinheiro, afirmou uma delas.
Suas palavras perturbaram minha mente, comecei a analisar a situação e cheguei a algumas conclusões.
Vivemos na era digital, nunca foi tão fácil e rápido o acesso à informação, as empresas se rendem cada vez mais ao mundo on-line, pois percebem que esse território sem dono é um bom negócio. As ruas estão carregadas de propagandas mostram rostos e corpos bonitos. Os jornais e revistas expõem nossos problemas políticos, sociais e econômicos todos os dias. A televisão nos manipula com suas imagens carregadas de sensacionalismo e persuasão.
Não há o que negar, o ser humano evoluí a cada século, devido as novas tecnologias que ele mesmo cria, conseqüência de seu bem maior: a inteligência.
Entretanto, toda essa evolução, que se aclama como o mundo pós-moderno, gerou mão-de-obra qualificada, mas, esses mesmos profissionais se prostituem em um mercado injusto e explorador.
O mercado exige cada vez mais de todos nós, faculdade, mestrado, cursos práticos, domínio na informática, somos obrigados a falar além do nosso complicadíssimo português, duas, três línguas, e cada vez mais exigências.
Todos os dias vemos propaganda de cursos de tudo quanto é assunto, enquanto isso, a economia gira trazendo bons resultados para poucos e a grande maioria da população fica perdida, em meio a tanta informação, sem saber para onde ir e o que fazer.
É claro que isso é um problema que não será resolvido tão cedo, até porque, o próprio governo não faz questão de solucionar, é só analisar o ensino público e logo teremos a resposta para o problema. O interesse dos políticos é ter um povo cada vez mais alienado e confuso, para assim, manipular a situação a favor de suas “boas” intenções.
A solução cabível para esse excesso de informação, que mais confunde do que ensina, é ter foco, traçar um objetivo e segui-lo até o fim. Somente assim, nosso trabalho físico e intelectual será reconhecido, porém, jamais recompensado.
